terça-feira, 19 de março de 2013

PHOTOSHOP

Dica de atalhos

Para facilitar a edição de imagens e agilizar o trabalho, que tal utilizar os atalhos do photoshop?
Você sabia que todos os ícones do programa têm o seu atalho no teclado? Facilita muito o trabalho e dá mais agilidade na edição. 


Tá esperando o que para começar a utilizar? 

Cartão cinza


 CARTÃO CINZA



O cartão cinza (em inglês, gray card) para uso em fotografia é usado em conjunto com um exposímetro para obter imagens fotográficas consistentes.
Um cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que reflete as cores do espectro luminoso de modo plano. O cartão cinza comercializado pela Kodak apresenta uma reflectância de 18%.
A reflectância de 18% é uma média matemática resultante da reflectância de 3% para o preto e de 90% para o branco.
O cartão cinza é usado frequentemente em estúdios fotográficos como um padrão de referência para se determinar o valor de exposição (EV) correto para a tomada fotográfica.



A medição é feita contra o cartão cinza que é introduzido no cenário levando-se em conta o ângulo da luz que incide sobre ele e a direção da tomada fotográfica.
Esta técnica de medir a exposição pela luz refletida pelo cartão cinza produz leitura similar à da luz incidente em que a exposição não é influenciada nem pelo reflexo de objetos brilhantes, nem pela forma dos objetos iluminados e nem pelo peso das sombras presentes no cenário.
Um cartão cinza médio neutro além de auxiliar na determinação do valor de exposição correto também serve como referência para o balanço de cores. O cartão cinza neutro permite que a câmeras com recurso de white balance efetuem compensação prévia das cores da iluminação ambiente.
Um cartão cinza neutro também pode ser usado para processar o balanço de cores na fase pós-produção. Para isso, uma foto do cartão cinza neutro é tomada e o software de tratamento de imagens usa os dados dos pixels da área do cartão cinza da foto para corrigir o balanço de branco da imagem como um todo ou de toda uma seção de fotos obtidas nas mesmas condições de iluminação
A maioria das câmeras digitais efetua um razoável controle de cor e, na maioria das vezes, o uso do cartão cinza não se faz necessário, porém os fotógrafos profissionais costumam considerar o cartão cinza uma parte essencial do processo de fotografia digital.
Os cartões cinza são feitos de plástico, papel e espuma. Na falta de um cartão cinza, alguns fotógrafos procuram superfícies brancas neutras ou cinzas como um papel branco, uma parede de concreto ou pedra, ou uma camiseta branca que possa ser usada no lugar do cartão cinza.

 Definições da Kodak sobre o seu Gray Card de 18% de reflectância, Hoppe, Altair.







Cartão cinza 18% e cartões cinza "digitais"

Desde que o mercado de material fotográfico digital passou a oferecer um novo cartão cinza (o cartão cinza "digital") específico para balanço de cores, o cartão cinza médio vem sendo usado unicamente para calibrar o valor de exposição (EV) de câmeras digitais.
Os novos cartões apresentam um cinza até um ponto e meio mais claros que o cinza 18%.
Numa escala de cinzas sRGB que se pode observar num monitor comum, o cinza de 18% de luminosidade relativa corresponde ao cinza 50% posicionado no centro da escala. Já os cartões cinza digitais apresentam um cinza girando ao redor de 70%, correspondendo, mais ou menos, a uma luminosidade relativa de 50%.



Escala de níveis de cinza sRGB
010%20%30%40%50%60%70%80%90%100%


Um cartão cinza "digital" é demasiado claro em relação ao cinza 18% para ser usado como um padrão para fixar uma exposição correta para fotografar. Mas o cinza claro costuma apresentar menos "ruídos" eletrônicos que um cinza mais escuro como o cinza de 18%. Além disso, o fato de ser perceptivelmente mais claro não atrapalha o balanceamento do branco nas câmeras digitais e também não atrapalha o tratamento posterior em editores gráficos já que estes compensam a luminosidade automaticamente.


Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cart%C3%A3o_cinza



Cartão de Cor

CARTÃO DE COR


O cartão cor é um instrumento que tem como função definir o balanço de cor, na fotografia, ífilmagens, para  profiles de diversos equipamentos variados com intuito de calibrar, medir a precisão de sistemas de prova, fazendo calibragem de scanners, televisões, e emulsões de filmes. Este cartão contém de 8 a 140 cores, e tem a função de reproduzir as cores de forma fiel, ele reflete as cores sempre da mesma forma em qualquer parte do espectro luminoso, por isso, em estúdio com flash ou luz contínua, a luz do dia, as cores serão sempre as mesmas, assim como auxilia no ajuste do balanço de branco com intenção que se destaque as cores de diferentes objetos.

Fonte: http://www.digitalartsphotography.com/instructions.htm


domingo, 10 de março de 2013

Luz (Definição)



  LUZ 


"A luz na forma como a conhecemos é uma gama de comprimentos de onda a que o olho humano é sensível. Trata-se de uma radiação electromagnética pulsante ou num sentido mais geral, qualquer radiação electromagnética que se situa entre as radiações infravermelhas e as radiações ultravioletas. As três grandezas físicas básicas da luz (e de toda a radiação electromagnética) são: brilho (ou amplitude), cor (ou frequência), e polarização (ou ângulo de vibração). Devido à dualidade onda-partícula, a luz exibe simultaneamente propriedades de ondas e partículas.

Um raio de luz é a representação da trajetória da luz em determinado espaço, e sua representação indica de onde a luz sai (fonte) e para onde ela se dirige. O conceito de raio de luz foi introduzido por Alhazen. Propagando-se em meio homogêneo, a luz sempre percorre trajetórias retilíneas; somente em meios não-homogêneos é que a luz pode descrever "curva".

Fonte: http://sondisantiagu.blogspot.com.br/2007/09/definio-da-luz.html

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Como funciona o Sistema de Zonas




O mundo encontra-se repleto de tons e matizes, gerados pela luz, a arma dos fotógrafos. 
Quanto maior é o controle da luminosidade, melhor é o resultado que se obtém nas imagens. 
Mas para isso é necessário entender que cada fonte de luz emite um tipo de onda (luz), com 
variações de temperatura relacionadas entre si nos tons, nas cores e contrastes. 
A principal fonte de luz disponível para os fotógrafos é o sol. O astro-rei gera o branco mais 
puro que se conhece. Mas quando o objectivo é registrar a realidade, tal qual a vimos, surge 
um problema: o olho humano vê muito mais do que a emulsão fotossensível regista. 
Qualquer fotografia contém menos detalhes do que os nossos olhos vêem. Por outro lado, 
durante o processo fotográfico existe perda de informação que acorre, principalmente, nos 
pretos acentuados e nos zonas com excesso de luminosidade (em geral, ficam subexpostas). 
Daí a necessidade de se medir a luz que incide sobre o assunto fotografado. É o único modo 
de se conseguir uma aproximação dos contrastes e das tonalidades à realidade. O sistema de 
zonas é um eficiente instrumento para alcançar este objectivo. 



                                               O Fotômetro 
Para se entender o sistema de zonas, é preciso compreender o funcionamento do fotómetro, 
instrumento que permite combinar a abertura de diafragma e velocidade do obturador. 
Embora sejam considerados precisos, estes dispositivos baseiam-se na quantidade média de 
luz que existe numa cena. Por isso, quando um quadro possui tonalidades de contraste muito 
claras ou muito escuras, a fotografia corre o risco de ficar escura ou “superclara”. Estudos 
concluíram que a maioria dos objectos fotografados reflectem 18% da luz que recebem. 
Assim, uma escala de tons que vai do preto profundo ao branco máximo apresenta, no meio, 
um tom de cinza que representa esses 18% de luz reflectida. Do mesmo modo, os outros 
tons ou cores possuem também tons correspondentes (no que se refere à emissão de luz). 
Essas tonalidades são ferramentas básicas do sistema de zona. 


                                               Como Funciona 
O sistema de zonas funciona da seguinte forma: divide-se uma imagem em onze zonas, 
desde o preto profundo ao branco absoluto, passando por todos os tons de cinza. Depois 
compara-se os tons na tabela de zonas.  
Os objectos que estiverem na zona 5 (equivalente à reflexão de 18%) são registados 
conforme a leitura do fotómetro. Se o fotógrafo pretender fidelidade às tonalidades de zonas 
mais claras, deve abrir o diafragma ou aumentar o tempo de exposição. Se quiser optar pelo 
registo preciso de tons mais escuros, tem que fechar o diafragma proporcionalmente à faixa 
em que está. Em geral, a distância entre cada zona corresponde a um ponto no diafragma ou 
no obturador. Conscientemente, ou não, a maior parte dos fotógrafos utilizam este sistema. 
Eles analisam a luz e as cenas com alguma atenção para os contrastes das cores e conforme 
a sua leitura, fazem compensações na leitura do fotómetro para garantir que a imagem fique 
perfeita. Existem ainda alguns fotógrafos que recorrem a técnica do Bracketing.    




BRACKETING - um recurso alternativo 
O Bracketing é uma técnica que consiste em fazer várias fotografias de uma cena com 
diferentes aberturas e velocidades (um ou dois pontos acima e abaixo da leitura indicada 
pelo fotómetro). É um recurso que amplia as possibilidades de acertar na mediação da luz, 
conseguindo, pelo menos, uma imagem com a tonalidade desejada. No entanto, há quem 
prefira não utilizá-la, pois tem um custo alto e não é muito prática.
O Sistema de Zonas em estúdio 
O sistema de zonas é particularmente útil para se conceber o fundo de uma cena fotografada 
em estúdio. O sistema de zonas permite que um fundo branco seja transformado em preto. 
Para isso, basta posicionar a luz de forma que incida somente sobre o objecto sem atingir a 
parede.  
No momento em que a diferença entre a luz do objecto e do fundo superar 5 pontos na 
abertura, a parede estará preta, porque a luz do fundo é inferior à do assunto principal. Se a 
fotometria for feita no objecto, ela nem será registrada e, assim, o fundo ficará preto.